terça-feira, abril 09, 2013

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Ontem minha tia-avó morreu. Eu não a via há algum tempo. Até tentei, mas eles tinham algumas manias. A última vez que fui.. abriu a janelinha da garagem e disse que não podia me atender.

Hoje eu penso que era para ter insistido outras vezes... ela se foi e o tempo passou...


Vi um vídeo sobre os maiores arrependimentos das pessoas antes de morrer. O livro é de uma enfermeira, que diante de sua experiência com pacientes terminais,  escreveu sobre os cinco principais arrependimentos que eles relataram. 

Quem vivencia a morte todos os dias deve ter muitas histórias para contar...

Os cinco arrependimentos são esses:

  1. Gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim…
  2. Gostaria de não ter trabalhado tanto…
  3. Gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos…
  4. Gostaria de ter mantido contato com meus amigos…
  5. Gostaria de ter me deixado ser mais feliz…
Eu aqui viva no meu mundinho, absorta no meu espaço, já pensei em cada um deles... em alguns estou melhor... em outros pior...

Essa lista deveria ser colada na porta da geladeira de todo mundo, para que quando o desânimo apertasse, o mau humor tomasse conta e a vontade de não atender o telefone  batesse a gente desse uma espiadinha e pensasse em não ter que se arrepender depois.

A vida é torta, curva, por intervalos melhores e piores. Quem melhora meu dia de amanhã sou eu... os outros podem até tentar... mas eu sou a única que posso respirar fundo e fazer por mim.

Não quero me arrepender daqui a 20, 30, 40 anos... Quero me arrepender por errar tentando acertar, mas nunca por não ter tentado mais uma vez...

Um comentário:

julius caesar disse...

“Grande astro! Que seria da tua felicidade se te faltassem aqueles a quem iluminas? Faz dez anos que te abeiras da minha caverna, e, sem mim, sem a minha águia e a minha serpente, haver-te-ias cansado da tua luz e deste caminho.

Nós, porém, esperávamos-te todas as manhãs, tomávamos-te o supérfluo e bemdizíamos-te.

Pois bem: já estou tão enfastiado da minha sabedoria, como a abelha que acumulasse demasiado mel. Necessito mãos que se estendam para mim.

Quisera dar e repartir até que os sábios tornassem a gozar da sua loucura e os pobres da sua riqueza.

Por isso devo descer às profundidades, como tu pela noite, astro exuberante de riqueza quando transpões o mar para levar a tua luz ao mundo inferior.

Eu devo descer, como tu, segundo dizem os homens a quem me quero dirigir.

Abençoa-me, pois, olho afável, que podes ver sem inveja até uma felicidade demasiado grande!

Abençoa a taça que quer transbordar, para que dela manem as douradas águas, levando a todos os lábios o reflexo da tua alegria!

Olha! Esta taça quer de novo esvaziar-se, e Zaratustra quer tornar a ser homem”.

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